Estou a procura de emprego...
Escolas que gostam do meu trabalho,estou na espera de novidades...
beijus e abraços a todos
Um dois mil e nove cheio de paz, amor, felicidades, saude e muito muito sucesso!!!
Ana Paula Pessoa
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Associação Educar Para a Vida
Local do evento:
Associação EDUCAR PARA VIDA
Rua: Felix Guilhen,2??-Lapa de baixo-São Paulo-SP
http://www.educarparavida.com.br/default2.asp
Nos dias 27 e 28 de novembro muitas Faculdades, Universidades e Centro Universitarios marcaram presença na associação, afim de divulgar a mesma e atrair alunos para o ensino superior, todos com suas tabelas de preços(otimos valores), brindes, sorteios, tudo vale para atrair a todos! Mais de 4.000(quatro mil) pessoas passaram pela associação(dado não confirmado)
. UNISAL(Centro Universitário Salesiano de São Paulo-campus Sta.Teresinha
www.st.unisal.br
· FPA(Faculdade Paulista de Artes)www.fpa.art.br;
· Centro Universitário São Camilo www.saocamilo-sp.br;
· UNIFAI(Centro Universitário Assunção) www.unifai.edu.br;
· FAMOSP(Faculdade Mozarteum de São Paulo) www.mozarteum.br;
· UNICID(Universidade Cidade São Paulo) www.cidadesp.edu.br;
· UMC(Universidade Mogi das Cruzes(campus Villa-lobos-Lapa) www.umc.br;
· ANHANGUERA(Centro Universitário Ibero Americano-Pirituba) www.unianhanguera.edu.br;
· UNIÍTALO(Centro Universitário Ítalo Brasileiro) www.italo.br;
· UNI SANT’ANNA(Centro Universitário Sant’Anna) www.unisantanna.br;
· FACSP( Faculdade São Paulo) www.facsp.com.br;
· IBIRAPUERA(Universidade Ibirapuera) www.ibirapuera.br;
· IPEP( Istituto Paulista de Ensino e Pesquisa) www.ipep.edu.br;
· FMU(Faculdades Metropolitanas Unidas) www.fmu.br;
· Etc.
Vale muito a pena fazer parte da associação e tentar entrar no ensino superior.
E dia 14 e 15 de janeiro tem mais, até pessoal!
Associação EDUCAR PARA VIDA
Rua: Felix Guilhen,2??-Lapa de baixo-São Paulo-SP
http://www.educarparavida.com.br/default2.asp
Nos dias 27 e 28 de novembro muitas Faculdades, Universidades e Centro Universitarios marcaram presença na associação, afim de divulgar a mesma e atrair alunos para o ensino superior, todos com suas tabelas de preços(otimos valores), brindes, sorteios, tudo vale para atrair a todos! Mais de 4.000(quatro mil) pessoas passaram pela associação(dado não confirmado)
. UNISAL(Centro Universitário Salesiano de São Paulo-campus Sta.Teresinha
www.st.unisal.br
· FPA(Faculdade Paulista de Artes)www.fpa.art.br;
· Centro Universitário São Camilo www.saocamilo-sp.br;
· UNIFAI(Centro Universitário Assunção) www.unifai.edu.br;
· FAMOSP(Faculdade Mozarteum de São Paulo) www.mozarteum.br;
· UNICID(Universidade Cidade São Paulo) www.cidadesp.edu.br;
· UMC(Universidade Mogi das Cruzes(campus Villa-lobos-Lapa) www.umc.br;
· ANHANGUERA(Centro Universitário Ibero Americano-Pirituba) www.unianhanguera.edu.br;
· UNIÍTALO(Centro Universitário Ítalo Brasileiro) www.italo.br;
· UNI SANT’ANNA(Centro Universitário Sant’Anna) www.unisantanna.br;
· FACSP( Faculdade São Paulo) www.facsp.com.br;
· IBIRAPUERA(Universidade Ibirapuera) www.ibirapuera.br;
· IPEP( Istituto Paulista de Ensino e Pesquisa) www.ipep.edu.br;
· FMU(Faculdades Metropolitanas Unidas) www.fmu.br;
· Etc.
Vale muito a pena fazer parte da associação e tentar entrar no ensino superior.
E dia 14 e 15 de janeiro tem mais, até pessoal!
sábado, 22 de novembro de 2008
Passeio para estudo
APASE
Local: Sindicato de supervisores do Magistério no Estado de São Paulo
Rua do Arouche, 23 – 1ºAndar - CEP 1219-900 - SP - São Paulo Telefone - 3337 6895
www.sindicatoapase.org.br
Dia:16/06/07 (Sábado) Palestra, mas o legal e ir conhecer e saber um pouco mais sobre esse sindicato
O palestrante iniciou a Palestra falando um pouco sobre o sindicato, e mostrando pelo site do sindicato para tirar qualquer duvida posterior.
O sindicato é formado por um grupo de supervisores que defendem os assuntos e interesses dos alunos e suas condições de melhoria e sua permanecia e também do acesso escolar e para defender estas questões foi criado o sindicato(APASE) são quase três mil(3.000) sócios entre ativos e aposentados.
Foi apresentado pelo site que o sindicato fez 25 anos e que se passaram nove(9) presidentes desde a fundação da associação paulista de supervisores de ensino , exerceram a presidência da diretoria executiva, foram:
1º Presidente: 1981 e 1982 – Prof. Roberto Bueno Sobrinho;
Levando a Associação a resistir a repressão da administração contra o movimento de reivindicação do magistério.
Na ocasião, iniciaram-se as lutas da Supervisão em defesa da categoria, empreendendo as primeiras campanhas.
Organizou a primeira eleição direta que ocorreu em 26 de junho de 1982.
2ª Presidente: 1982 a 1984 – Profº. Maria José Brandão Machado
Atuou mais intensamente da organização e participação em Campanhas Salariais Unificadas com outras Entidades de Classe para resolver o problema da defasagem salarial.
3ª Presidente: 1984 a 1988 – Profº. Márcia Barros Scaranello
APASE, Participou da análise dos resultados do Estudo do Documento 1, da SEE, que teve como conseqüência a implantação do Ciclo Básico de Alfabetização no Estado de São Paulo.
4ª Presidente: 1988 a 1990 – Profº. Fumiko Kikuchi Obata
Em 05/06/90, em Assembléia Geral, foi aprovada a fundação do Sindicato APASE com o respectivo Estatuto, bem como foram eleitos a Diretoria Executiva e o Conselho Fiscal.
5ª Presidente: 1990 a 1993 – Profº. Aulenir Alves Miranda
A primeira Diretora-Presidente da Entidade como Sindicato. Foi nesta gestão a primeira edição do Jornal APASE, em julho de 1990. Em sua gestão, março de 1992, foi adquirida a primeira sede própria para o Sindicato-APASE.
Promoveu ampla discussão sobre a Supervisão Paralela na Escola Padrão e a Reestruturação das Delegacias de Ensino.Desenvolveu campanha de ampliação do quadro de filiados, que atingiu 2.108 supervisores.
Das lutas conjuntas da Diretoria e filiados, foram conseguidos importantes benefícios à categoria: extensão da Gratificação de Dedicação Plena e Exclusiva aos Supervisores de Ensino; atualização de Verba de Transporte; e Contratação de Assessoria Jurídica para o Sindicato.
6ª Presidente: 1993 a 1996 – Profº. Anna Maria Quadros Brant de Carvalho
Participou da Campanha Salarial Unificada do Funcionalismo Público, com Atos Públicos e paralisação seguida da greve de 79 dias. Realizou capacitação de Supervisores em parceria APASE – FDE, com o tema: “Escola, espaço de construção da cidadania.
conduziu a luta em defesa da garantia dos direitos dos Supervisores de Ensino no Plano de Carreira do Magistério Paulista e na Reforma da Previdência.
7ª Presidente: 1996 a 2002 – Profº. Maria Antonia Oliveira Vedovato
Nessa gestão, o sindicato participou ativamente de lutas pelas melhores condições de trabalho e de salário, contra o Plano de Carreira imposto pela Secretaria da Educação e pela realização de Concurso Público para Supervisor de Ensino, em Audiências com o Governador e Secretários, carreatas ao Palácio de Governo e à Assembléia Legislativa, atos públicos e greves.
No período, foram realizados Encontros Regionais de Supervisores de Ensino para discutir a LDB – 9.394/1996, Municipalização, Supervisão de Sistema, condições de trabalho da Supervisão.
Também, foi organizada campanha para ampliar o número de sindicalizados.
8ª Presidente: 2002 a 2005 – Profº. Maria Clara Paes Tobo
No período, lutou-se ativamente pela melhoria das condições de trabalho e de salário da Categoria e pela garantia dos direitos constitucionais frente à Reforma da Previdência.
Participando de Audiências com Secretários de Estado, Assembléia Legislativa, em Atos Públicos e carreatas, e em Caravanas à Brasília. A diretoria participou em eventos de Educação nacional e internacional, e deu continuidade à co-participação no Laboratório de Gestão da Educação/LAGE- UNICAMP e UEBRAJA..
9ª Presidente: 2005 a 2008 – Prof. Severiano Garcia Neto
O presidente atual da associação que nos recebeu, ele com a cooperação da Diretoria Executiva, do Conselho Deliberativo e do Conselho Fiscal, sua história está se construindo por meio de suas ações democráticas e transparentes, na busca por justiça, na defesa da categoria e por uma melhor qualidade de ensino.
Recebemos jornal do sindicato e ao final recebemos uma revista da FUNDEB(fundo de desenvolvimento da educação básica)
O professor Alexandre tem a palavra na palestra, e abre a uma reflexão a todos aqueles que pensam que o curso de pedagogia forma apenas professores na sala de aula, e diz que a supervisão é um dos campos de atuação que podem vir atuar caso desejem.
A atuação de um supervisão é bem como uma luz na organização da escola.
O professor faz algumas citações de municípios que tem o sistema e outros municípios que ainda não adotaram, e na organização do trabalho da supervisão é bem diferente do trabalho do diretor, e é importante saber que a supervisão é agente do estado e não do governo.
Dados que deixam nos tanto quanto preocupados, a supervisão do estado so se tornam serviçais das políticas, este estado se dispõe (ou deveria dispor) da qualidade melhor; fiscalização das coisas das escolas.
Nas escolas privadas também é aplicada as diretrizes curriculares porque também tem normas a seguir e a cumprir.
A Professora Beth é introduzida no assunto pelo professor Alexandre e comenta que ela faz parte do centro de apoio pedagógico especializado, pela educação especial para todos no estado de São Paulo, e temos que preparar a todos para não haver inclusão, especializar-se faz parte da carreira e de qualquer coisa para sair bem feita.
Não fazendo juízo a cerca de valor das competências, mais é um enxergar isso mais adiante para ser um supervisor.
E levanta dados que são 1.103 supervisores e 95% são titular dos cargos.
E trabalho tem que ter relevância para escola e nas organizações dos ciclos, a supervisão precisar ouvir tudo isso que acontece com as escolas.
O palestrante faz uma citação de Antonio Novua um professor português, que diz “ voceis serão exatamente professores, é pensar na escola além da escola”. Isso nos mostra que estabelecer algumas relações e vinculos são importante para o desenvolvimento de uma escola no seu todo.
Para a supervisão ela atua em duas dimensões importantes que é a do profissionalização e da profissionalidade eixos diferentes mais importante para manter relações no seu todo.
È apresentado um vídeo
“ Encontro Estadual APASE Águas de Lindóia, 30 de maio e 02 de junho de 2006”.
O video faz muitas citações de autores importente que nos fazem refletir em diferentes aspectos e a pensar como melhorar situações que talvez não tenha mais nem jeito.
Algumas imagens do sistema educacional de cuba;
Canção do ver de Manoel Barros( poema rupestre, 2004)
que fala da visão Fontana, as palavras podem adquir em qualquer lugar.Manoel enxegar a ver nossos atos primeiros ,não dá pra repensar sem pensar nas fontes no contexto histórico.
Paisagem na nação relação que existia entre o mito (narrativa pessoal coletiva/e a educativa)
Reflexão sobre uma imagem do menino entregando uma flauta ao um senhor de idade ( dar o que vc também tem de bom e sabe fazer como ninguém)
Fala de percurso no viver no contexto histórico eu vivemos e neste coletivo, o percurso –agente nunca termina, são nosso filhos, alunos, as pessoas que nos formam.
Limite de formas de agir e pensar/ limites que chegam nas raios da loucuras o”PCC” em São Paulo, mesmo na irracionalidade não entender os processos/ apelos políticos.
“Segredo é não correr atrás das borboletas é cuida do jardim para que elas venham até você”( Mario Quintana).
Ir atrás das raízes/ fontes tradições do Brasil republica para cá um desenvolvimento do Brasil tem lutas das direitas e da esquerda, com suas percepções e concepções.
Desenvolvimento com segurança inclusão de grandeza desenvolvimento periférico, em 1989 momento de crise, mais na esquerda- humanista utopia-queda do murro de Berlim, o sonho acabou, pelo contrario o sonho ainda ia começar.
Brasil
Local: Sindicato de supervisores do Magistério no Estado de São Paulo
Rua do Arouche, 23 – 1ºAndar - CEP 1219-900 - SP - São Paulo Telefone - 3337 6895
www.sindicatoapase.org.br
Dia:16/06/07 (Sábado) Palestra, mas o legal e ir conhecer e saber um pouco mais sobre esse sindicato
O palestrante iniciou a Palestra falando um pouco sobre o sindicato, e mostrando pelo site do sindicato para tirar qualquer duvida posterior.
O sindicato é formado por um grupo de supervisores que defendem os assuntos e interesses dos alunos e suas condições de melhoria e sua permanecia e também do acesso escolar e para defender estas questões foi criado o sindicato(APASE) são quase três mil(3.000) sócios entre ativos e aposentados.
Foi apresentado pelo site que o sindicato fez 25 anos e que se passaram nove(9) presidentes desde a fundação da associação paulista de supervisores de ensino , exerceram a presidência da diretoria executiva, foram:
1º Presidente: 1981 e 1982 – Prof. Roberto Bueno Sobrinho;
Levando a Associação a resistir a repressão da administração contra o movimento de reivindicação do magistério.
Na ocasião, iniciaram-se as lutas da Supervisão em defesa da categoria, empreendendo as primeiras campanhas.
Organizou a primeira eleição direta que ocorreu em 26 de junho de 1982.
2ª Presidente: 1982 a 1984 – Profº. Maria José Brandão Machado
Atuou mais intensamente da organização e participação em Campanhas Salariais Unificadas com outras Entidades de Classe para resolver o problema da defasagem salarial.
3ª Presidente: 1984 a 1988 – Profº. Márcia Barros Scaranello
APASE, Participou da análise dos resultados do Estudo do Documento 1, da SEE, que teve como conseqüência a implantação do Ciclo Básico de Alfabetização no Estado de São Paulo.
4ª Presidente: 1988 a 1990 – Profº. Fumiko Kikuchi Obata
Em 05/06/90, em Assembléia Geral, foi aprovada a fundação do Sindicato APASE com o respectivo Estatuto, bem como foram eleitos a Diretoria Executiva e o Conselho Fiscal.
5ª Presidente: 1990 a 1993 – Profº. Aulenir Alves Miranda
A primeira Diretora-Presidente da Entidade como Sindicato. Foi nesta gestão a primeira edição do Jornal APASE, em julho de 1990. Em sua gestão, março de 1992, foi adquirida a primeira sede própria para o Sindicato-APASE.
Promoveu ampla discussão sobre a Supervisão Paralela na Escola Padrão e a Reestruturação das Delegacias de Ensino.Desenvolveu campanha de ampliação do quadro de filiados, que atingiu 2.108 supervisores.
Das lutas conjuntas da Diretoria e filiados, foram conseguidos importantes benefícios à categoria: extensão da Gratificação de Dedicação Plena e Exclusiva aos Supervisores de Ensino; atualização de Verba de Transporte; e Contratação de Assessoria Jurídica para o Sindicato.
6ª Presidente: 1993 a 1996 – Profº. Anna Maria Quadros Brant de Carvalho
Participou da Campanha Salarial Unificada do Funcionalismo Público, com Atos Públicos e paralisação seguida da greve de 79 dias. Realizou capacitação de Supervisores em parceria APASE – FDE, com o tema: “Escola, espaço de construção da cidadania.
conduziu a luta em defesa da garantia dos direitos dos Supervisores de Ensino no Plano de Carreira do Magistério Paulista e na Reforma da Previdência.
7ª Presidente: 1996 a 2002 – Profº. Maria Antonia Oliveira Vedovato
Nessa gestão, o sindicato participou ativamente de lutas pelas melhores condições de trabalho e de salário, contra o Plano de Carreira imposto pela Secretaria da Educação e pela realização de Concurso Público para Supervisor de Ensino, em Audiências com o Governador e Secretários, carreatas ao Palácio de Governo e à Assembléia Legislativa, atos públicos e greves.
No período, foram realizados Encontros Regionais de Supervisores de Ensino para discutir a LDB – 9.394/1996, Municipalização, Supervisão de Sistema, condições de trabalho da Supervisão.
Também, foi organizada campanha para ampliar o número de sindicalizados.
8ª Presidente: 2002 a 2005 – Profº. Maria Clara Paes Tobo
No período, lutou-se ativamente pela melhoria das condições de trabalho e de salário da Categoria e pela garantia dos direitos constitucionais frente à Reforma da Previdência.
Participando de Audiências com Secretários de Estado, Assembléia Legislativa, em Atos Públicos e carreatas, e em Caravanas à Brasília. A diretoria participou em eventos de Educação nacional e internacional, e deu continuidade à co-participação no Laboratório de Gestão da Educação/LAGE- UNICAMP e UEBRAJA..
9ª Presidente: 2005 a 2008 – Prof. Severiano Garcia Neto
O presidente atual da associação que nos recebeu, ele com a cooperação da Diretoria Executiva, do Conselho Deliberativo e do Conselho Fiscal, sua história está se construindo por meio de suas ações democráticas e transparentes, na busca por justiça, na defesa da categoria e por uma melhor qualidade de ensino.
Recebemos jornal do sindicato e ao final recebemos uma revista da FUNDEB(fundo de desenvolvimento da educação básica)
O professor Alexandre tem a palavra na palestra, e abre a uma reflexão a todos aqueles que pensam que o curso de pedagogia forma apenas professores na sala de aula, e diz que a supervisão é um dos campos de atuação que podem vir atuar caso desejem.
A atuação de um supervisão é bem como uma luz na organização da escola.
O professor faz algumas citações de municípios que tem o sistema e outros municípios que ainda não adotaram, e na organização do trabalho da supervisão é bem diferente do trabalho do diretor, e é importante saber que a supervisão é agente do estado e não do governo.
Dados que deixam nos tanto quanto preocupados, a supervisão do estado so se tornam serviçais das políticas, este estado se dispõe (ou deveria dispor) da qualidade melhor; fiscalização das coisas das escolas.
Nas escolas privadas também é aplicada as diretrizes curriculares porque também tem normas a seguir e a cumprir.
A Professora Beth é introduzida no assunto pelo professor Alexandre e comenta que ela faz parte do centro de apoio pedagógico especializado, pela educação especial para todos no estado de São Paulo, e temos que preparar a todos para não haver inclusão, especializar-se faz parte da carreira e de qualquer coisa para sair bem feita.
Não fazendo juízo a cerca de valor das competências, mais é um enxergar isso mais adiante para ser um supervisor.
E levanta dados que são 1.103 supervisores e 95% são titular dos cargos.
E trabalho tem que ter relevância para escola e nas organizações dos ciclos, a supervisão precisar ouvir tudo isso que acontece com as escolas.
O palestrante faz uma citação de Antonio Novua um professor português, que diz “ voceis serão exatamente professores, é pensar na escola além da escola”. Isso nos mostra que estabelecer algumas relações e vinculos são importante para o desenvolvimento de uma escola no seu todo.
Para a supervisão ela atua em duas dimensões importantes que é a do profissionalização e da profissionalidade eixos diferentes mais importante para manter relações no seu todo.
È apresentado um vídeo
“ Encontro Estadual APASE Águas de Lindóia, 30 de maio e 02 de junho de 2006”.
O video faz muitas citações de autores importente que nos fazem refletir em diferentes aspectos e a pensar como melhorar situações que talvez não tenha mais nem jeito.
Algumas imagens do sistema educacional de cuba;
Canção do ver de Manoel Barros( poema rupestre, 2004)
que fala da visão Fontana, as palavras podem adquir em qualquer lugar.Manoel enxegar a ver nossos atos primeiros ,não dá pra repensar sem pensar nas fontes no contexto histórico.
Paisagem na nação relação que existia entre o mito (narrativa pessoal coletiva/e a educativa)
Reflexão sobre uma imagem do menino entregando uma flauta ao um senhor de idade ( dar o que vc também tem de bom e sabe fazer como ninguém)
Fala de percurso no viver no contexto histórico eu vivemos e neste coletivo, o percurso –agente nunca termina, são nosso filhos, alunos, as pessoas que nos formam.
Limite de formas de agir e pensar/ limites que chegam nas raios da loucuras o”PCC” em São Paulo, mesmo na irracionalidade não entender os processos/ apelos políticos.
“Segredo é não correr atrás das borboletas é cuida do jardim para que elas venham até você”( Mario Quintana).
Ir atrás das raízes/ fontes tradições do Brasil republica para cá um desenvolvimento do Brasil tem lutas das direitas e da esquerda, com suas percepções e concepções.
Desenvolvimento com segurança inclusão de grandeza desenvolvimento periférico, em 1989 momento de crise, mais na esquerda- humanista utopia-queda do murro de Berlim, o sonho acabou, pelo contrario o sonho ainda ia começar.
Brasil
Psicomotricidade
Atividade feita com sucata e uma atividade de folha relacionada com a psicomotricidade.
A atividade que desenvolvi foi uma caixa tátil, e 1atividade mimeografada, e outras que já tinha só para fazer uma comparação.
A caixa tátil, foi feita com uma caixa de papelão e pedaços de papel pedra( retalhos) com uma series de materiais que podemos entrar em qualquer lugar e tendo diferentes tamanhos, texturas, larguras, comprimento.Entre eles:
· 1pregador de roupa(que também pode ser utilizado na sala de aula, para fazer varal de atividades);
· 2bolinhas de isopor;
· 1triangulo branco de E.V.A;
· 1 quadrado verde de papel laminado;
· 3 anéis de latinha de refrigerante(1vermelho, 1preto.1 dourado);
· 1 coração vermelho de E.V.A;
· 1palito de churrasco cortado ao meio e sem ponta (palito de dente é fino pode quebrar fácil e machucar o aluno);
· 1 moeda(R$ 0,01);
· 1 rolinho feito de papel crepom amarelo;
· 1 quadrado de papelão;
· 1 pedacinho de bombril(aço de palha usado na cozinha);
· 1lua de plástico;
· 1 tampinha de refrigente de 2litros;
· 1 pedaço de canudo grosso;
· 3 folhas juntas (planta artificial, de plástico e meio áspero).
Coloca tudo na caixa(a caixa eu fiz um furo para que as crianças possa colocar a mão dentro e fiz o acabamento com E.V.A, material este mole que facilitará o trabalho para não machucar a mão e nem para que as crianças olhem dentro da caixa) e deixei a caixa com um” abridor” para que a professora possa ta mudando os materiais sempre que achar conveniente.
As atividades que estou colocando no seguinte trabalho( que será entre ao professor da disciplina), é para ate fazer uma comparação que é valida, uma é mimeografada,, para que o aluno passe por cima e continue nas linhas seguintes, fazendo o contorno do numero zero e tem até uma seta que ensina aonde começa e aonde termina.
E as outras atividades, foram, recortada a imagem e feita uma montagem, digitada no computador, e tirar xerox para que não restasse marcas. E tem como objetivo mesmo a coordenação motora.
· 1pregador de roupa(que também pode ser utilizado na sala de aula, para fazer varal de atividades);
· 2bolinhas de isopor;
· 1triangulo branco de E.V.A;
· 1 quadrado verde de papel laminado;
· 3 anéis de latinha de refrigerante(1vermelho, 1preto.1 dourado);
· 1 coração vermelho de E.V.A;
· 1palito de churrasco cortado ao meio e sem ponta (palito de dente é fino pode quebrar fácil e machucar o aluno);
· 1 moeda(R$ 0,01);
· 1 rolinho feito de papel crepom amarelo;
· 1 quadrado de papelão;
· 1 pedacinho de bombril(aço de palha usado na cozinha);
· 1lua de plástico;
· 1 tampinha de refrigente de 2litros;
· 1 pedaço de canudo grosso;
· 3 folhas juntas (planta artificial, de plástico e meio áspero).
Coloca tudo na caixa(a caixa eu fiz um furo para que as crianças possa colocar a mão dentro e fiz o acabamento com E.V.A, material este mole que facilitará o trabalho para não machucar a mão e nem para que as crianças olhem dentro da caixa) e deixei a caixa com um” abridor” para que a professora possa ta mudando os materiais sempre que achar conveniente.
As atividades que estou colocando no seguinte trabalho( que será entre ao professor da disciplina), é para ate fazer uma comparação que é valida, uma é mimeografada,, para que o aluno passe por cima e continue nas linhas seguintes, fazendo o contorno do numero zero e tem até uma seta que ensina aonde começa e aonde termina.
E as outras atividades, foram, recortada a imagem e feita uma montagem, digitada no computador, e tirar xerox para que não restasse marcas. E tem como objetivo mesmo a coordenação motora.
Trouxe atividade utilizada em educação infantil, uma por uma escola particular que atuo, e outra por escola da prefeitura do estado de São Paulo.
A da prefeitura alem de ser mais fácil, barata, e simples a mão de obra, nos traz movimento que ate me faz perguntar se é necessário ensinar assim, e se desse jeito a aprendizagem acontece mais rápido, por que veja bem, a aprendizagem sempre acontece, mais sempre de uma maneira que nem sempre deve ser passada, isso depende da didática do professor com a classe o seus planos de ensino,e objetivos que o mediador que passar.
E as outras atividades, foram mais demorada, foi selecionado uma imagem, já ta inserido a proposta(as vezes também não necessariamente, mais deve ta “oculta”.)digitado no computador, colada a imagem tirar xerox.
Depende muito da proposta de cada escola e como é levada ao aluno, o importante é auxiliar nas atividades, para poder desenvolver o aluno.
Nada contra nenhuma das atividades, mantendo compromisso serio, é o importante!
A da prefeitura alem de ser mais fácil, barata, e simples a mão de obra, nos traz movimento que ate me faz perguntar se é necessário ensinar assim, e se desse jeito a aprendizagem acontece mais rápido, por que veja bem, a aprendizagem sempre acontece, mais sempre de uma maneira que nem sempre deve ser passada, isso depende da didática do professor com a classe o seus planos de ensino,e objetivos que o mediador que passar.
E as outras atividades, foram mais demorada, foi selecionado uma imagem, já ta inserido a proposta(as vezes também não necessariamente, mais deve ta “oculta”.)digitado no computador, colada a imagem tirar xerox.
Depende muito da proposta de cada escola e como é levada ao aluno, o importante é auxiliar nas atividades, para poder desenvolver o aluno.
Nada contra nenhuma das atividades, mantendo compromisso serio, é o importante!
Museu do Brinquedo
Atividade: Museu do brinquedo (M.E.B.)
Exposição atual: “Brinquedos e brincadeiras de meninos e meninas”
Local: Faculdade de Educação da USP.
Av. da Universidade,308 bloco B, sala 38.
Telefone:(011) 3091-2352
Exposição atual: “Brinquedos e brincadeiras de meninos e meninas”
Local: Faculdade de Educação da USP.
Av. da Universidade,308 bloco B, sala 38.
Telefone:(011) 3091-2352
O seguinte trabalho tem como objetivo para minha formação profissional de articular a relação entre o brinquedo e a cultura de maneira geral, e especificamente entre o brinquedo e a criança, considerando-se o processo de reprodução social do qual participa. Nesse sentido, cabe a colocação de que a criança não recebe passivamente imagens, mensagens e normas, e sim as interpreta e, ao fazer isso, lhes dá um sentido específico e novo, o que faz com que um mesmo contexto produza indivíduos diferentes, que não podem ser reduzidos ao efeito do contexto, mesmo que sejam produzidos num mesmo contexto.
Para a atividade realizada foi concedido um carimbo na ficha de atividades complementares e uma foto na entrada do museu(M.E.B.) só do lado de fora porque não pode fotografar nada dentro do museu.
O Museu fica na USP, na área da educação e é numa sala pequena e muito rica de informações e numa visão mais ampla do que esta acontecendo com o brincar de muitas crianças. O objetivo é de visualizar algumas questões que podem e devem ser discutidas considerando-se um olhar reflexivo sobre o brinquedo e o brincar, de maneira a dar suporte inicial a um trabalho que pode ser aprofundado pelo educador na sua relação com os conteúdos desenvolvidos e mesmo a partir de temas que emergem do cotidiano educacional, e logicamente revendo alguns conceitos de desenvolvimentos de cada brincadeiras e seus graus de habilidades e aprendizagem dependendo e respeitando a faixa etária de cada criança.
O Museu tem como objetivo mostrar não só a metodologia mas a pratica dos brinquedos da época que são ou deveriam ser usado até hoje(pelo menos de alguns são possíveis o uso/ até a a criança podem fazem para o próprio uso). A exposição no M.E.B mostra uma visão de museu enquanto espaço fundamentalmente intimidador, distante de seu público, contribuindo para a postura ativa do visitante frente à interação com as temáticas da exposição, a partir da proposta de aproximação do olhar do podemos ter uma relação ao espaço e aos conteúdos trabalhados. Para a ‘educação visual’ ou ‘educação pelo objeto(brinquedo)’ está incorporada à idéia de montagem de exposições no MEB, todos podem ler e ter ou imagem ou os brinquedos(não podem brincar mais podem ver como são feitos, a época, e o brinquedo fica exposto numa caixa de vidro e outros são estão colocado numa bancada).
No museu tem algumas vitrines(caixas de vidro e outras fora da caixa)temáticas descrevendo o acontecido e data e algumas explicações de como acontecia,eram coisas e fatos que ocorreram no cotidiano das escolas do século XX até a década de 1960( a atual exposição) e cada vitrine organizada em torno de um eixo articulado aos objetos:
· Vitrine 1
Ferro a brasa – década de 40; Fogão de ferro ( Metalma ) – década de 50; Marmitas de alumínio ( Brinquedos Rei ) – 1947; Marmiteiro de alumínio com alça e tampa – década de 30; Moedor de carne de alumínio – 1950; Suporte para coador de café de alumínio – sem data; Utensílios de cozinha de alumínio ( Fulgor ) – 1947; Carro de boi de madeira ( Artesanal ) – 1912
· Vitrine 2
Bilboquê ( Artesanal ) – déc. 60; Bilboquê duplo ( Artesanal ) – déc. 60;Brigde Oriental – (pega-varetas) – ( Atlântico Ltda. ) – 1943; Caixinha de lápis ( Johann Faber ) com dominó de bandeiras ( Editora melhoramentos ) e objeto da infância do doador – déc. 60; Trapezista ( Artesanal ) – déc. de 60; Jogo de Tombola ( AO AZ DE OURO ) – déc. 30; Quebra-cabeça “Brinde adevinhações de armar JIG-SAW” ( do produto Azul Colman (alvejante) – 1932; Dominó para crianças – déc. 60;Joguinho de cartinhas para fazer par com casais de animais e o mico sobra na sacolinha original – déc. 60; Joguinho de cartinhas para formar maior número de quarteto com famílias de pássaros na sacolinha original – déc. 60.
· Vitrine 3
Boneca de Baquelite – 1955/ 1956; Boneca Susi de plástico ( Estrela ) – déc. 60; Boneca de borracha ( Estrela ) – déc. 60; Boneca de pano ( Artesanal) – 1946; Boneca de plástico ( Takara – Japão ) – déc. 50; Berço de madeira – ( Artesanal) – s/d ; Boneco negro de galalite – Japão – 1909; Palhaço de pano e louça ( Artesanal ) – 1958/ 1959; Palhaço Musical – 1911; Palhaço Pierrot de borracha – ( Artesanal ) – déc. 50.
· Vitrine 4
Espingarda com porta espulheta ( Marca: Rifle Estrela ) – 1969; Pistola de plástico Água-Jato ( Estrela ) – década de 60; Calhambeque de ferro ( Match Box / Inglaterra ) – década de 60; Caminhões de ferro ( ARPRA ) – década de 40; Caminhão de plástico ( Atma ) – década de 50; Carrinho série nº 64 ( Match Box / Inglaterra ) – década de 60; Carrinho Corgi Juniors ( Made in Britain ) – década de 60; Carrinho Land rover fire truck – Fire Brisade série nº 57 ( Match Box / Britain ) – década de 60; Carro HUSKY – Batmobile ( Made in Britain ) – década de 60; Caminhão Match Box – Dodge Tractor ( Made in England ) – década de 60.
· Vitrine 5
Boneca de baquelite ( Estrela ) – 1946; Boneca de louça com corpo de pano – 1940; Boneca de louça com membros articulados – déc. 40; Boneco negro de louça ( Estrela ) – 1930; Boneco negro de baquelite – s/d; Cama de madeira vermelha com estrado de molas – 1948; Boneco negro de porcelana “Meu Nenê” (Estrella) – 1945/ 1946; Cama de madeira na cor original (idêntica à de cima) – 1948
· Vitrine 6
Caixinha de música ( Estrela ) – 1968;Caixa de música com bailarina ( Estrela ) – 1953; Caderno de Música Srta. Carmen Santini – 1946; Caderno de Música Srta. Carmen Santini – 1943; Caderno de Caligrafia Musical Srta. Carmen Santini – 1946 ; Livro “Minhas Cantigas” ( Editora Ricordi/ SP ) – 1947; Pianola de madeira – déc. 20; Rádio de Madeira ( Artesanal ) – déc. 40; Harmônica em madeira e papelão ( Hering ) – déc. 60; Sanfona com botões de madrepérola – 1910.
· Vitrine 7
Método Decroly ( Paris ) – 1926; Método para ensino de matemática composto por livro-texto, livro com orientação de atividades e carimbos pedagógicos ( Brinco ) – 1966; Material de Cálculo do Método Cuisenaire ( Funbec ) – déc. 50.
· Vitrine 8
Jogo de montar “O Futuro Engenheiro” ( Brinquedos Coluna ) – déc. 60; Quebra-cabeça “Brincadeiras do Mickey” ( Brinquedos Coluna ) – s/d; Caixa de Jogos – déc. 40;Jogo de Ludo ( Estrela ) – déc. 40; Jogo Palavras Cruzadas ( Estrela ) – déc. 60; Brincar e Contar: Livro de Histórias e Ábaco ( Brinquedos Coluna ) – déc. 60; Jogo Figuras para Costurar ( Brinquedos Coluna ) – 1971; Cubos de madeira policromado com figuras para armar ( Estrela ) – déc. 60; Quebra-cabeça em madeira – déc. 50.
· Vitrine 9
Boneca de borracha ( Estrela ) – déc. 60; Boneca miniatura de plástico – s/d; Boneca pequena de plástico – s/d; ; Casa de madeira ( Saxônia ) – s/d; Boneca de louça – déc. 20; Cachorro de pano – déc. 40; Tina de madeira – s/d; Boneca de louça “Jackeline” ( Artesanal ) – 1940; Ferro à brasa ( Fulgor ) – déc. 40; Fogão de ferro à carvão ( Eterno ) – 1947/ 1948; Mesa rosa de madeira ( Casa Bruno ) – 1945/ 1946; Panelas de ferro ( Fulgor ) – 1947/ 1948; Suporte de madeira para utensílios ( Casa Bruno ) – 1946/ 1947; Tina de lavar roupa em folha de flandes vermelha com tábua de esfregar de madeira e alumínio ( Artesanal ) – déc. 50.
· Vitrine 10
Berço de madeira ( Artesanal ) – 1947; Boneco bebê de louça ( Sago ) – 1939; Bebê de borracha com ursinho – 1963; Boneco bebê de celulóide – 1891; Cama de madeira ( Artesanal ) – 1948; Colchão de lã de carneiro ( Espanha ) – 1952; Mickey de pano ( Plim Plim ) – déc. 50; Boneca “Amiguinha” ( Estrela ) – 1963; Boneca de borracha – 1943; Carrinho de bebê em madeira ( Paul F. Buckuge/ SP ) – 1946; Cadeira de madeira rosa ( Casa Bruno ) – 1943/ 1944; Boneco bebê de louça ( Sago ) – 1937
· Vitrine 11
Boneca bebê de vinil – déc. 60; Máquina de costura ( Gateway Engineering Company, Chicago ) – 1949; Casinha Japonesa de madeira – déc. 30.
· BANCADA
Cadernos de Dona Alice Meirelles Reis ( ? – 1992 ); Burro de pelúcia – déc. 40; Coelho de pelúcia (Casa São Nicolau/ SP) - déc. 40; Onça de pelúcia – déc. 40; Pato de pelúcia (Estrela) - déc. 40; Urso de pelúcia – 1958; Urso de pelúcia “Petuti” (Maritel) – s/d.
· Mural
Imagens do Jardim de Infância da Caetano de Campos, da Liga das Senhoras Católicas, do Liceu Rio Branco e da Escola Maternal Vila Maria Zélia do Belenzinho (década de 1920 a 1940).
O Museu fica na USP, na área da educação e é numa sala pequena e muito rica de informações e numa visão mais ampla do que esta acontecendo com o brincar de muitas crianças. O objetivo é de visualizar algumas questões que podem e devem ser discutidas considerando-se um olhar reflexivo sobre o brinquedo e o brincar, de maneira a dar suporte inicial a um trabalho que pode ser aprofundado pelo educador na sua relação com os conteúdos desenvolvidos e mesmo a partir de temas que emergem do cotidiano educacional, e logicamente revendo alguns conceitos de desenvolvimentos de cada brincadeiras e seus graus de habilidades e aprendizagem dependendo e respeitando a faixa etária de cada criança.
O Museu tem como objetivo mostrar não só a metodologia mas a pratica dos brinquedos da época que são ou deveriam ser usado até hoje(pelo menos de alguns são possíveis o uso/ até a a criança podem fazem para o próprio uso). A exposição no M.E.B mostra uma visão de museu enquanto espaço fundamentalmente intimidador, distante de seu público, contribuindo para a postura ativa do visitante frente à interação com as temáticas da exposição, a partir da proposta de aproximação do olhar do podemos ter uma relação ao espaço e aos conteúdos trabalhados. Para a ‘educação visual’ ou ‘educação pelo objeto(brinquedo)’ está incorporada à idéia de montagem de exposições no MEB, todos podem ler e ter ou imagem ou os brinquedos(não podem brincar mais podem ver como são feitos, a época, e o brinquedo fica exposto numa caixa de vidro e outros são estão colocado numa bancada).
No museu tem algumas vitrines(caixas de vidro e outras fora da caixa)temáticas descrevendo o acontecido e data e algumas explicações de como acontecia,eram coisas e fatos que ocorreram no cotidiano das escolas do século XX até a década de 1960( a atual exposição) e cada vitrine organizada em torno de um eixo articulado aos objetos:
· Vitrine 1
Ferro a brasa – década de 40; Fogão de ferro ( Metalma ) – década de 50; Marmitas de alumínio ( Brinquedos Rei ) – 1947; Marmiteiro de alumínio com alça e tampa – década de 30; Moedor de carne de alumínio – 1950; Suporte para coador de café de alumínio – sem data; Utensílios de cozinha de alumínio ( Fulgor ) – 1947; Carro de boi de madeira ( Artesanal ) – 1912
· Vitrine 2
Bilboquê ( Artesanal ) – déc. 60; Bilboquê duplo ( Artesanal ) – déc. 60;Brigde Oriental – (pega-varetas) – ( Atlântico Ltda. ) – 1943; Caixinha de lápis ( Johann Faber ) com dominó de bandeiras ( Editora melhoramentos ) e objeto da infância do doador – déc. 60; Trapezista ( Artesanal ) – déc. de 60; Jogo de Tombola ( AO AZ DE OURO ) – déc. 30; Quebra-cabeça “Brinde adevinhações de armar JIG-SAW” ( do produto Azul Colman (alvejante) – 1932; Dominó para crianças – déc. 60;Joguinho de cartinhas para fazer par com casais de animais e o mico sobra na sacolinha original – déc. 60; Joguinho de cartinhas para formar maior número de quarteto com famílias de pássaros na sacolinha original – déc. 60.
· Vitrine 3
Boneca de Baquelite – 1955/ 1956; Boneca Susi de plástico ( Estrela ) – déc. 60; Boneca de borracha ( Estrela ) – déc. 60; Boneca de pano ( Artesanal) – 1946; Boneca de plástico ( Takara – Japão ) – déc. 50; Berço de madeira – ( Artesanal) – s/d ; Boneco negro de galalite – Japão – 1909; Palhaço de pano e louça ( Artesanal ) – 1958/ 1959; Palhaço Musical – 1911; Palhaço Pierrot de borracha – ( Artesanal ) – déc. 50.
· Vitrine 4
Espingarda com porta espulheta ( Marca: Rifle Estrela ) – 1969; Pistola de plástico Água-Jato ( Estrela ) – década de 60; Calhambeque de ferro ( Match Box / Inglaterra ) – década de 60; Caminhões de ferro ( ARPRA ) – década de 40; Caminhão de plástico ( Atma ) – década de 50; Carrinho série nº 64 ( Match Box / Inglaterra ) – década de 60; Carrinho Corgi Juniors ( Made in Britain ) – década de 60; Carrinho Land rover fire truck – Fire Brisade série nº 57 ( Match Box / Britain ) – década de 60; Carro HUSKY – Batmobile ( Made in Britain ) – década de 60; Caminhão Match Box – Dodge Tractor ( Made in England ) – década de 60.
· Vitrine 5
Boneca de baquelite ( Estrela ) – 1946; Boneca de louça com corpo de pano – 1940; Boneca de louça com membros articulados – déc. 40; Boneco negro de louça ( Estrela ) – 1930; Boneco negro de baquelite – s/d; Cama de madeira vermelha com estrado de molas – 1948; Boneco negro de porcelana “Meu Nenê” (Estrella) – 1945/ 1946; Cama de madeira na cor original (idêntica à de cima) – 1948
· Vitrine 6
Caixinha de música ( Estrela ) – 1968;Caixa de música com bailarina ( Estrela ) – 1953; Caderno de Música Srta. Carmen Santini – 1946; Caderno de Música Srta. Carmen Santini – 1943; Caderno de Caligrafia Musical Srta. Carmen Santini – 1946 ; Livro “Minhas Cantigas” ( Editora Ricordi/ SP ) – 1947; Pianola de madeira – déc. 20; Rádio de Madeira ( Artesanal ) – déc. 40; Harmônica em madeira e papelão ( Hering ) – déc. 60; Sanfona com botões de madrepérola – 1910.
· Vitrine 7
Método Decroly ( Paris ) – 1926; Método para ensino de matemática composto por livro-texto, livro com orientação de atividades e carimbos pedagógicos ( Brinco ) – 1966; Material de Cálculo do Método Cuisenaire ( Funbec ) – déc. 50.
· Vitrine 8
Jogo de montar “O Futuro Engenheiro” ( Brinquedos Coluna ) – déc. 60; Quebra-cabeça “Brincadeiras do Mickey” ( Brinquedos Coluna ) – s/d; Caixa de Jogos – déc. 40;Jogo de Ludo ( Estrela ) – déc. 40; Jogo Palavras Cruzadas ( Estrela ) – déc. 60; Brincar e Contar: Livro de Histórias e Ábaco ( Brinquedos Coluna ) – déc. 60; Jogo Figuras para Costurar ( Brinquedos Coluna ) – 1971; Cubos de madeira policromado com figuras para armar ( Estrela ) – déc. 60; Quebra-cabeça em madeira – déc. 50.
· Vitrine 9
Boneca de borracha ( Estrela ) – déc. 60; Boneca miniatura de plástico – s/d; Boneca pequena de plástico – s/d; ; Casa de madeira ( Saxônia ) – s/d; Boneca de louça – déc. 20; Cachorro de pano – déc. 40; Tina de madeira – s/d; Boneca de louça “Jackeline” ( Artesanal ) – 1940; Ferro à brasa ( Fulgor ) – déc. 40; Fogão de ferro à carvão ( Eterno ) – 1947/ 1948; Mesa rosa de madeira ( Casa Bruno ) – 1945/ 1946; Panelas de ferro ( Fulgor ) – 1947/ 1948; Suporte de madeira para utensílios ( Casa Bruno ) – 1946/ 1947; Tina de lavar roupa em folha de flandes vermelha com tábua de esfregar de madeira e alumínio ( Artesanal ) – déc. 50.
· Vitrine 10
Berço de madeira ( Artesanal ) – 1947; Boneco bebê de louça ( Sago ) – 1939; Bebê de borracha com ursinho – 1963; Boneco bebê de celulóide – 1891; Cama de madeira ( Artesanal ) – 1948; Colchão de lã de carneiro ( Espanha ) – 1952; Mickey de pano ( Plim Plim ) – déc. 50; Boneca “Amiguinha” ( Estrela ) – 1963; Boneca de borracha – 1943; Carrinho de bebê em madeira ( Paul F. Buckuge/ SP ) – 1946; Cadeira de madeira rosa ( Casa Bruno ) – 1943/ 1944; Boneco bebê de louça ( Sago ) – 1937
· Vitrine 11
Boneca bebê de vinil – déc. 60; Máquina de costura ( Gateway Engineering Company, Chicago ) – 1949; Casinha Japonesa de madeira – déc. 30.
· BANCADA
Cadernos de Dona Alice Meirelles Reis ( ? – 1992 ); Burro de pelúcia – déc. 40; Coelho de pelúcia (Casa São Nicolau/ SP) - déc. 40; Onça de pelúcia – déc. 40; Pato de pelúcia (Estrela) - déc. 40; Urso de pelúcia – 1958; Urso de pelúcia “Petuti” (Maritel) – s/d.
· Mural
Imagens do Jardim de Infância da Caetano de Campos, da Liga das Senhoras Católicas, do Liceu Rio Branco e da Escola Maternal Vila Maria Zélia do Belenzinho (década de 1920 a 1940).
.O Museu ao meu ver promove discussões sobre as brincadeirinhas e o ato de brincar com as tais e cabe a colocação do professor que não é meramente um passivo dos seus conhecimentos e sim um receptor também e os alunos devem ter a mesma visão ou pelo menos devem trabalhar isso,e é na pratica que isso pode ser mudado.
Praticando também sempre de que a criança não recebe passivamente imagens, mensagens e normas, e sim as interpreta provocar a reflexão acerca dos assuntos propostos, devemos ter em considerações que as crianças estão indo cada mais cedo para escolas, e estão se desenvolvendo mais rápidas e isso requer um pouco de atenção senão suas atitudes passam, apenas passam. Não digo que seja um papel do professor mais uma parceria entre a escola e os pais.
O trabalhar lúdico orientam a organização das exposições no museu, que têm como objetivo contemplar os diferentes públicos e, articular a dimensão visual à dimensão da pesquisa e da formação humana e profissionais de muitos.
Esse espaço cultural é composto por doações, o acervo está composto pelas mais variadas categorias de brinquedos, artesanais e industriais, de diferentes períodos e materiais. Há ainda o acervo fotográfico com imagens do Jardim de Infância da Caetano de Campos e da Liga das Senhoras Católicas, além de revistas, livros, cadernos e materiais pedagógicos. E muitos adultos entram e já lembram alguma coisa que faz lembrar a sua infância(esta também é a intenção de entrar nesse espaço)ligações seja essa ligada à memória, à formação, à prática, ao ensino-aprendizagem ou apenas ao prazer e à saudade.
Praticando também sempre de que a criança não recebe passivamente imagens, mensagens e normas, e sim as interpreta provocar a reflexão acerca dos assuntos propostos, devemos ter em considerações que as crianças estão indo cada mais cedo para escolas, e estão se desenvolvendo mais rápidas e isso requer um pouco de atenção senão suas atitudes passam, apenas passam. Não digo que seja um papel do professor mais uma parceria entre a escola e os pais.
O trabalhar lúdico orientam a organização das exposições no museu, que têm como objetivo contemplar os diferentes públicos e, articular a dimensão visual à dimensão da pesquisa e da formação humana e profissionais de muitos.
Esse espaço cultural é composto por doações, o acervo está composto pelas mais variadas categorias de brinquedos, artesanais e industriais, de diferentes períodos e materiais. Há ainda o acervo fotográfico com imagens do Jardim de Infância da Caetano de Campos e da Liga das Senhoras Católicas, além de revistas, livros, cadernos e materiais pedagógicos. E muitos adultos entram e já lembram alguma coisa que faz lembrar a sua infância(esta também é a intenção de entrar nesse espaço)ligações seja essa ligada à memória, à formação, à prática, ao ensino-aprendizagem ou apenas ao prazer e à saudade.
Dica de passeio
Atividade:Participar de uma proposta diferente, envolvido com o corpo e arte da dança.
Caleidos Arte e Ensino
Rua: Pio XI, 1497Alto da Lapa (em frente à FAPESP)05468-140 - São Paulo - SP.
tel: 11 3021-4970fax: 11 3021-7510
O Caleidos Cia. de Dança abraça a proposta contemporânea da relação entre espaços diferentes e diferenciados para a dança e a poesia que interagem e dialogam com a finalização de produtos artísticos com a participação do público presente.Tranta-se de algo diferente com uma linguagem da dança e o seu ensino com base nesta proposta para artistas, professores e alunos de inúmeras faculdades de Arte, Educação Física e Dança no Brasil e no exterior.
Ao chegarmos, tiramos o tênis, chinelo, sapatos,para poder entrar na sala.Algumas pessoas ficaram de meia outras sem elas.
Tendo como proposta o diálogo crítico e transformador através da arte, para iniciação, apreciação, reflexão, pesquisa, criação e apresentação das artes do corpo e somente com gestos ao som da musica, sem palavras, sem fala, so com olhares e gestos significativos.
Com o tema:
"Coreológicas IV", que é um espetáculo que interativo de dança contemporânea para toda a família. Havia crianças, adolescentes, senhoras, tanto homens e mulhures, estava bem mesclado.
Aprendi muito, é simples e ao mesmo tempo complexo, era dança com o corpo, o melhor com os corpos, todos participação, com musica bem relaxante que nos fazia flutuar, todos participaram e foi bem legal e divertido. Não é tão simples mexer com o corpo como pensei que fosse.Adorei muito, vou mais vezes concerteza.
Na pratica sei que a coordenação é mais difícil, diante de situação tão fácil, exige de você, a calma em alguns momentos e a agilidade em outros, saber fazer ao ritmo da musica é “punk”, Aprendi muito com o dia de hoje, valeu a pena e vou tratar de aplicar tipos de atividades assim com meus alunos que pode ser trabalhando tranqüilamente adaptada a faixa etária deles e que isso ajudará futuramente.
referencia: site http://www.caleidos.com.br/
Caleidos Arte e Ensino
Rua: Pio XI, 1497Alto da Lapa (em frente à FAPESP)05468-140 - São Paulo - SP.
tel: 11 3021-4970fax: 11 3021-7510
O Caleidos Cia. de Dança abraça a proposta contemporânea da relação entre espaços diferentes e diferenciados para a dança e a poesia que interagem e dialogam com a finalização de produtos artísticos com a participação do público presente.Tranta-se de algo diferente com uma linguagem da dança e o seu ensino com base nesta proposta para artistas, professores e alunos de inúmeras faculdades de Arte, Educação Física e Dança no Brasil e no exterior.
Ao chegarmos, tiramos o tênis, chinelo, sapatos,para poder entrar na sala.Algumas pessoas ficaram de meia outras sem elas.
Tendo como proposta o diálogo crítico e transformador através da arte, para iniciação, apreciação, reflexão, pesquisa, criação e apresentação das artes do corpo e somente com gestos ao som da musica, sem palavras, sem fala, so com olhares e gestos significativos.
Com o tema:
"Coreológicas IV", que é um espetáculo que interativo de dança contemporânea para toda a família. Havia crianças, adolescentes, senhoras, tanto homens e mulhures, estava bem mesclado.
Aprendi muito, é simples e ao mesmo tempo complexo, era dança com o corpo, o melhor com os corpos, todos participação, com musica bem relaxante que nos fazia flutuar, todos participaram e foi bem legal e divertido. Não é tão simples mexer com o corpo como pensei que fosse.Adorei muito, vou mais vezes concerteza.
Na pratica sei que a coordenação é mais difícil, diante de situação tão fácil, exige de você, a calma em alguns momentos e a agilidade em outros, saber fazer ao ritmo da musica é “punk”, Aprendi muito com o dia de hoje, valeu a pena e vou tratar de aplicar tipos de atividades assim com meus alunos que pode ser trabalhando tranqüilamente adaptada a faixa etária deles e que isso ajudará futuramente.
referencia: site http://www.caleidos.com.br/
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